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ALÉM DOS CRISTÃOS: O PERIGO DA CRISTOFOBIA


Lidar com as diferenças é um desafio no mundo atual e respeitá-las é uma ação que parece ser difícil para algumas pessoas. Apesar de toda comprovação possível, aceitar que nem todo mundo igual, que os pensamentos são diferentes, assim como os costumes e culturas, parece ainda ser um fato que gera descontentamento.


Quando se trata de religião, os extremos dessa não aceitação são muito explorados, chegando até a violência e a exclusão do outro. Assim acontece com as religiões de matrizes africanas, com as religiões orientais, com as demais de cunho esotérico, e também com as religiões cristãs. Os fiéis dessas últimas, no entanto, por serem maioria em alguns países do ocidente, carregam o fardo generalista, imposto por uma rede persuasiva, de que a dificuldade em respeitar parte deles, o que, em partes, não é verdade.

Considerando a maior virtude das religiões cristãs – o amor e o caráter de Cristo – julgar, generalizando os fiéis, que se trata de um grupo repressivo e intolerante, sem sequer levar em conta algumas das partes que apresentam um maior teor de sensatez, diz mais sobre quem julga. Esses julgamentos são comuns nas redes sociais, por exemplo, onde comentários maldosos são facilmente encontrados.


“Essa crentalhada vai afundar o Brasil”; “A igreja evangélica é o câncer espiritual do mundo”; “Na briga entre católicos e evangélicos, eu torço pela briga”. Essas declarações são comentários retirados de uma publicação do The Intercept Brasil que abordava uma temática relacionada às religiões cristãs. Esses comentários são o reflexo de um pensamento quase dominante entre algumas pessoas cujas críticas, que deveriam ser saudáveis, chegam perto e até assemelham-se ao ódio.

Não seria demais, em meio à tantos ataques gratuitos, despejados não só nas redes sociais, mas nas relações comuns cotidianas, que à esse ódio seja dada a classificação de fobia. E por ser Cristo o fundador e alicerce dessas religiões, cujos fiéis são tão atacados, atualmente, fica mais do que claro que trata-se, na verdade, de uma fobia a Cristo, portanto, cristofobia.

O perigo existente na cristofobia precisa ser reconhecido como uma ameaça aos princípios de liberdade defendidos, na mesma intensidade, pelas pessoas que agem com intolerância. Não se trata de uma imposição, antes, de uma necessária aceitação, que vale para todas as outras condições, seja religião, raça, gênero ou etnia.


“Não discuta religião, observe a religiosidade das pessoas e respeite-a.”

DIRCEU AZEVEDO


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